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Quanto à ampliação, a unidade de Aveiro ganha ao todo mais 27 mil metros quadrados, "de forma a responder rapidamente" às necessidades, crescendo com mais espaço de área logística, de área de produção e de serviços. Por isso, a divisão Home Comfort da Bosch, onde se insere a aveirense Bosch Termotecnologia, decidiu alocar cem milhões para bombas de calor portuguesas. Ora, a nova unidade, que poderá funcionar neste mercado como um entreposto entre o Norte, o Centro e o Leste da Europa para a Bosch, não deverá estar operacional antes de 2027. A unidade de Aveiro, a par das fábricas de Eibelshause, na Alemanha, e Tranas, na Suécia, já produzia bombas de calor.
E sermos capazes de comunicar os nossos projetos e tecnologia que usamos, e todas as condições que temos de desenvolvimento, oportunidades de trabalhar, é chave”, bosch-career.pt assinala Joana Lino. Nesta unidade, a Bosch tem um departamento com cerca de 60 pessoas que faz investigação e desenvolvimento para este produto, industrialização e produção. Com a nova linha de produção «passará também a produzir a unidade exterior da bomba de calor (a ODU)», adianta a empresa, salientando que «a previsão é que a produção arranque já no próximo ano, durante o primeiro semestre de 2023, com o objetivo de chegar às 150 mil unidades anuais, mas com a perspetiva de que esse número aumente a médio prazo para as 400 mil unidades».
Embora esteja em crescimento, Rudiger Saur estima que este segmento não vá pesar mais de 15% da produção total em 2020. Outra novidade nesta área, apresentada aos jornalistas na sexta-feira, 4 de Maio, prende-se com a concentração também em Aveiro da produção de esquentadores eléctricos do grupo, que é agora a única a nível mundial após o fecho da fábrica que tinha na região de Munique. O trabalho de adaptação tecnológica, para garantir novas soluções de aquecer a água, está sobretudo nas mãos dos cerca de 80 engenheiros que trabalham num moderno edifício ao lado da fábrica, onde desde o ano passado funciona o centro de competências da multinacional alemã para esta área.
O facto de a marca ter reconhecimento no mercado facilita o processo de atrair, recrutar e reter talento, salienta a responsável. Para nós é uma área difícil, porque a Bosch é vista ainda muito como uma empresa industrial mas o nosso objetivo é passarmos a ser vistos como uma software house”. “Vai ser uma realidade”, acredita, ainda que também creia que haja pessoas que prefiram estar na empresa na maior parte das vezes. Por isso, a diretora de recursos humanos deixou de ver esta opção como “um benefício” que a empresa pode oferecer. Como dinâmica, Joana Lino antecipa que o trabalho remoto, que na empresa já era uma prática comum no centro de engenharia — onde 90% das pessoas trabalhava remotamente no pré-pandemia — vai passar a fazer parte do dia-a-dia. Queremos tentar dar ferramentas e apoiar os managers na implementação deste novo modelo que ainda está em desenvolvimento.
Na Bosch não temos qualquer barreira no que diz respeito a nacionalidades, procuramos talentos e pessoas que estejam alinhadas com os nossos valores, sejam portugueses ou de outros países. Os conceitos de upskilling e reskilling estão presentes nas políticas de employer branding da Bosch e são para nós dois pilares importantes, não só na ótica de atrair talento, formá-lo e mantê-lo, mas também nessa perspetiva de criar novas oportunidades para quem pretende mudar o rumo da sua vida profissional. Analiso este cenário de escassez como sendo uma evolução natural, que está por exemplo relacionado com a maior atratividade de Portugal enquanto fonte de talentos nessa área, bem como a possibilidade, acentuada pela pandemia, de trabalhar de forma remota, a partir de casa, para empresas em qualquer parte do mundo. De uma forma geral, podemos dizer que esta escassez de determinados perfis altamente especializados é transversal, sobretudo no que está relacionado com as áreas de engenharias. Para lá das nas áreas de IT/Software Engineering, quais as outras áreas onde é cada vez mais difícil recrutar novos talentos?
Já foi mais difícil, até porque Braga ao longo dos últimos anos tem apostado muito na dinamização económica e na atração de investimento para a região, muitas empresas, nomeadamente ligadas à tecnologia, foram-se instalando e abrindo os seus hubs tecnológicos. A remuneração é de facto um fator crítico na procura de talento, mas há muito mais que tem de ser valorizado, como por exemplo, o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, a flexibilidade em termos de gestão de tempo, etc. É precisamente com essa visão que estabelecemos uma parceria com a Universidade do Minho, que irá arrancar dentro em breve, e que passa precisamente por um projeto de upskilling e reskilling com o objetivo de gerar mais potencial e trazer mais valor acrescentado que possa ajudar a fazer face às necessidades da empresa. A Mercedes-Benz.io, por exemplo, pretende recrutar seniores que estejam fora do mercado de trabalho há mais de dois anos. Estamos a competir não só com quem está no nosso país, mas também com empresas nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Alemanha.
Descobre o que pensam os nossos colaboradores e conhece o seu dia-a-dia de trabalho. Por isso, reconhecemos a contribuição dos nossos colaboradores com benefícios atrativos. Inspira a criação de um hoje e um amanhã melhores ao agir de acordo com os teus valores e ao criar um futuro. Até ao final do ano tem mais de 350 vagas por preencher. Não queremos assinantes, queremos membros ativos da comunidade. Só os membros desta comunidade têm acesso.
O mercado de empregos em Aveiro está em crescimento e oferece oportunidades em setores variados como indústria, turismo, comércio, saúde e tecnologia. A Bosch explica que, "em conjunto com Eibelshausen na Alemanha e Tranås na Suécia, Aveiro é um elemento importante da rede europeia de desenvolvimento e produção de bombas de calor", pelo que "investirá um total de mais de mil milhões de euros na expansão desta rede até o final da década". É sob o mote “Work #LikeABosch Experience#LikeABosch Experience” e com o objetivo de acelerar o processo de recrutamento e proporcionar aos participantes uma experiência diferenciadora, que a Bosch vai abrir as portas das suas instalações para receber os candidatos interessados em fazer parte das equipas que estão a desenvolver as tecnologias do futuro. Se é apaixonado por recrutamento, desenvolvimento de talentos e quer fazer a diferença numa empresa de investimentos, esta vaga é para si.Principais Responsabilidades- Gestão integral de processos de Recrutamento e Seleção.-…
Desemprego jovem dispara para máximo de 10 anos e abala estratégia do governo britânico Esta «é uma excelente notícia não só para a nossa unidade de Aveiro, como também para região e até mesmo para a economia do país. A 4 de Maio, na conferência de imprensa de resultados do grupo alemão, o presidente do Conselho de Administração da Bosch, Stefan Hartung, tinha anunciado que grupo iria começar «com as bombas de calor em Portugal este ano».
A Match Profiler é uma consultora de sistemas de informação com mais de 25 anos de experiência no mercado tecnológico nacional e internacional.Acreditamos em projetos desafiantes e motivadores, impulsionados por equipas multidisciplinares e ágeis – e procuramos quem queira crescer connosco.Com uma abordagem próxima, desenvolvemos soluções que promovem o crescimento… Recém-licenciada, começou como HR Officer, posição em que fazia desde recrutamento e desenvolvimento das pessoas até gestão de áreas diretas, desenvolvimento da produção e áreas de engenharia. Estes investimentos, bem como o aumento da capacidade de produção e do número de colaboradores «é um evidente sinal da aposta da Bosch em Aveiro e significa que esta localização se torna numa das principais para a produção e desenvolvimento de bombas de calor dentro do grupo Bosch», sublinha Jónio Reis.
No nosso caso, os perfis que procuramos nesta fase estão focados maioritariamente em áreas relacionadas com a aplicação de metodologias como o Deep Learning, Machine Learning, Computer Vision, Embedded Software e Software Architecture, entre outras. Permite-nos ainda mostrar a parte da tecnologia que desenvolvemos na Bosch em Braga, proporcionando também aos candidatos a oportunidade de interagirem e colocarem questões às nossas equipas. É uma oportunidade para os candidatos conhecerem a empresa e perceberem o ambiente dinâmico, inovador e desafiante em que poderão desenvolver competências. Costumo dizer que vivemos numa era de "War For Talents" em que são os candidatos a escolher a empresa, o que faz com que questões como a employee experience e employer value proposition se imponham como as forças motrizes aquando da escolha de emprego. Por isso, é fundamental que as empresas encontrem soluções inovadoras e de valor não só para atrair os talentos que necessita como também para reter os que já tem.
Até agora a Bosch Aveiro produzia a unidade interior – designada de IDU – para as bombas de calor de ar e água numa única linha de produção. No comunicado, a Bosch salienta que "a instalação desta nova linha de produção de bombas de calor vai ao encontro da estratégia de transição energética da empresa e da aposta do grupo na área da termotecnologia". A nova linha de produção de bombas de calor "significa um investimento total de 12 milhões de euros realizados em duas fases distintas, e a criação de cerca de 300 postos de trabalho", refere a Bosch, em comunicado.
