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Não é um projeto isolado, pois enquadra-se dentro da estratégia de transição energética que a Bosch está a colocar em prática em todas as áreas do negócio, seja com aplicação de medidas e soluções que promovem a eficiência energética nas suas diferentes localizações, como também na vertente de desenvolvimento de serviços, e produção de tecnologias e produtos”, afirma Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal e diretor técnico da Bosch em Braga. Antes das três empresas disputarem a área do complexo industrial, apenas uma empregava um brutal corpo de trabalhadores. Segundo o responsável, a Bosch em Braga está a receber algumas dessas tecnologias e continuará a desempenhar um papel importante no futuro da mobilidade, tanto a nível de desenvolvimento como de produção. A Bosch está a focar os seus esforços de desenvolvimento e produção de tecnologias essenciais para as necessidades atuais e futuras dos veículos, que irão contribuir para uma mobilidade mais segura, confortável e sustentável”, disse. A necessidade de um novo centro de T&D da Bosch em Braga surgiu com a diversificação dos projetos de inovação na empresa, incluindo o desenvolvimento de software. Neste novo capítulo para as suas atividades na cidade minhota, a empresa alemã dá um sinal claro de que Portugal é cada vez mais importante para a sua estratégia de investigação e desenvolvimento em todo o mundo.
“Esta ligeira de redução no número de colaboradores da Bosch em Portugal, está relacionada sobretudo com a transformação tecnológica e a alteração do portfólio de produtos, que em alguns casos se caracterizam por ter processos de produção mais automatizados.”, explica Javier González Pareja. No que ao número de colaboradores diz respeito, a 31 dezembro de 2024, a Bosch contava com cerca de 6.880 trabalhadores em Portugal, mantendo-se como um dos maiores empregadores do país, embora os números reflitam um ligeiro decréscimo. A empresa registou, assim, – disse por seu turno o gestor da multinacional alemã na Península Ibérica, Javier Pareja – “um sólido crescimento de 14,3 por cento relativamente ao ano anterior. Em Portugal, a Bosch, fornecedora líder global de tecnologia e serviços, terminou o ano fiscal de 2024 com vendas no valor de 2,4 mil milhões de euros, incluindo vendas e serviços a empresas do Grupo Bosch. Para responder a esta tendência da inovação na área automóvel, que acontece cada vez mais através de bits e bytes, a Bosch em Braga tem vindo a adaptar e expandir o seu portfólio de produtos, com uma maior aposta no desenvolvimento de sensores de perceção e localização, e sistemas de comunicação entre veículos e infraestrutura rodoviária”, notou. Mantém ainda um caráter inovador e uma parceria estratégica que valorizamos bastante com a Universidade do Minho e que contribui para a produção de conhecimento a partir de Braga”.
Esta colaboração internacional permitirá combinar competências em software embebido, inteligência artificial, DevOps, teste de sistemas e desenvolvimento de algoritmos, assegurando uma abordagem integrada de ponta a ponta. A nova equipa de investigação e desenvolvimento (I&D) deverá ultrapassar os 50 colaboradores até 2027. A Bosch vai reforçar a sua presença em Portugal com a criação de uma nova área de negócio em Braga, dedicada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para sistemas avançados de eBikes.
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“Atualmente, estamos a fazer tudo o que podemos para atender nossos clientes e evitar ou minimizar as restrições de produção”, disse recentemente um porta-voz da Bosch numa declaração enviada à agência Reuters. Tudo isto surege no seguimento do conflito comercial entre a China e os Países Baixos em torno da empresa de semicondutores Nexperia. No que diz respeito aos empregados da produção, estes seguem para casa sem saber quando irão regressar aos seus postos de trabalho, enquanto que os responsáveis pelo apoio à produção terão que se apresentar ao serviço um dia por semana.
O governante adiantou ainda aos deputados das comissões de Agricultura e Orçamento que a empresa garantiu ao executivo que vai assegurar todos os direitos aos seus trabalhadores, que estão disponíveis para regressar ao seu posto, quando houver material. A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou, esta semana, a empresa. As inscrições são limitadas e os interessados em participar devem submeter a sua candidatura em até 15 de outubro. A quarta maior exportadora portuguesa, com fábricas em Aveiro, Ovar e Braga, tem 90 vagas na sua unidade bracarense para o desenvolvimento de software e hardware para condução autónoma.
A Bosch de Braga vai entrar em `lay-off`, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou hoje a empresa. A Bosch expressou confiança de que estas novas nomeações permitirão à empresa manter-se bem posicionada para continuar o seu forte e importante desenvolvimento em Portugal. Carlos Jardim iniciou a sua carreira profissional na unidade de Braga, onde até 2017 desempenhou funções na direção de engenharia de produção.
Carlos Jardim é administrador técnico da unidade da Bosch em Braga desde 1 de agosto de 2024 e Vice-Presidente no Grupo Bosch, especificamente na divisão de Mobility Electronics. O nosso centro de I&D presta serviços a diferentes áreas de negócio da Bosch em todo o mundo, trabalhando em estreita colaboração com equipas internacionais no bosch-career.pt desenvolvimento e investigação em hidráulica industrial (Rexroth), tecnologias para o lar, deteção de incêndios, eBikes e Ferramentas Elétricas. O nosso local acolhe ainda a Bosch Digital, o desenvolvimento do HRZ, os Global Services e as equipas de Sustentabilidade e Qualidade.
O ‘lay-off’ consiste na redu\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria dos per\u00edodos normais de trabalho ou suspens\u00e3o dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo, devido a motivos de mercado, motivos estruturais ou tecnol\u00f3gicos ou cat\u00e1strofes ou outras ocorr\u00eancias que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa.\r\nO Governo neerland\u00eas anunciou hoje ter suspendido a interven\u00e7\u00e3o na Nexperia, que permitia bloquear decis\u00f5es da empresa chinesa de semicondutores que amea\u00e7assem a produ\u00e7\u00e3o de ‘chips’ na Europa, para reduzir a tens\u00e3o com a China ap\u00f3s semanas de conflito pol\u00edtico.\r\nNum breve comunicado, o ministro neerland\u00eas dos Assuntos Econ\u00f3micos, Vincent Karremans, explicou que, dados os progressos entre a China e os Pa\u00edses Baixos, este \u00e9 \"o momento adequado para dar um passo construtivo, suspendendo\" a ordem dada ao abrigo da Lei da Disponibilidade de Bens, uma norma de 1952 que foi invocada pela primeira vez em setembro passado.\r\nO Governo neerland\u00eas interveio na empresa no final de setembro, considerando que o diretor chin\u00eas da Nexperia, Zhang Xuezheng, poderia comprometer o abastecimento europeu.\r\nA suspens\u00e3o n\u00e3o anula a interven\u00e7\u00e3o, uma vez que o Governo neerland\u00eas mant\u00e9m a op\u00e7\u00e3o de reativar a medida a qualquer momento se voltar a detetar riscos para a produ\u00e7\u00e3o europeia. A Bosch de Braga retoma, esta segunda-feira, o regime normal de laboração, levantando o lay-off iniciado este mês e que estava previsto durar até abril de 2026 devido à escassez de componentes, anunciou a empresa na semana passada. A Bosch vai terminar com o lay-off, na segunda-feira, após ter registado uma “ligeira melhoria” em alguns fornecedores críticos, mas não exclui a possibilidade de voltar a recorrer a este mecanismo. O evento tem um número limitado de inscrições que devem ser feitas no site da companhia até 15 de outubro.
Queremos impulsionar ainda mais a nossa capacidade de aproveitar as oportunidades do mercado em áreas que são estratégicas para a empresa e nas quais Portugal se tem vindo a destacar, como é o caso da mobilidade em Braga, das tecnologias para aquecimento de água em Aveiro, e na prestação de serviços a nível global para a área corporativa”, reforça o Presidente da Bosch em Portugal e Espanha. “Esta será também uma oportunidade para os participantes conhecerem um pouco melhor as tendências do futuro para as quais a Bosch está a trabalhar”, refere a empresa. O agravamento da situação, explica a empresa, “terá como consequência paragens prolongadas de produção na Bosch em Braga” e, por isso, “a empresa decidiu recorrer ao layoff do Código de Trabalho, procurando com esta medida preservar os postos de trabalho”. Esta crise mundial, destaca, “tem provocado várias paragens de produção na empresa”.
Estão disponíveis 76 oportunidades, abrangendo desde funções administrativas a estágios profissionais. Focada na criação de sensores, sistemas de multimédia e soluções para veículos inteligentes, esta localização disponibiliza 77 vagas, sobretudo em desenvolvimento de software, manutenção industrial e engenharia eletrónica. Com uma forte presença na eletrónica automóvel, a unidade de Braga é a maior do grupo Bosch em Portugal. Atualmente, há 111 vagas disponíveis nesta localização, distribuídas por áreas como engenharia mecânica, sistemas de informação e tecnologia de produção. Com o lema “Tecnologia para a Vida”, a empresa desenvolve soluções que melhoram o dia a dia das pessoas e ajudam a construir um futuro mais sustentável. A empresa estima que, impulsionado por esta tendência, o mercado de software automóvel deverá atingir um volume significativamente superior a 200 mil milhões de euros até 2030, o que significa três vezes mais do que em 2020.
A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e "até presumivelmente” abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou esta terça-feira a empresa. Na comunicação aos trabalhadores, a empresa justificou a medida com o facto de ter havido uma quebra de 70% nas encomendas e de 78% na faturação mensal. A Bosch de Braga vai entrar em lay-off, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou a empresa.
